O que é sem sentido também tem sentido

Hoje o Le Mimimi traz uma curiosidade. Talvez não seja mais novidade pra você, mas eu fiquei CHO-CA-DA essa semana quando descobri a história do Chapeleiro Maluco. Bom, o Chapeleiro Maluco todo mundo conhece, mas aposto que muita gente não sabia que existia uma história real que explicasse a origem desse personagem.

Tudo começou quando a expressão “louco como um chapeleiro” ficou famosa no século 18 e 19. Antigamente era muito comum usarem mercúrio na manufatura de tecidos e chapéus. Quando usados, a pele começava a absorver o mercúrio, obviamente afetando a mente e trazendo doenças horríveis. As principais vítimas do envenenamento por mercúrio eram os chapeleiros e os operários de fábrica, obviamente, pois estavam em contato com a substância química o tempo todo.

E a ideia de Johnny Deep de usar o cabelo laranja na versão de Alice no País das Maravilhas de Tim Burton surgiu, pois a substância tinha uma cor alaranjada.

Alguns dos sintomas da Síndrome do Chapeleiro Maluco eram a irritação, ansiedade, depressão, tremeliques, perda de dentes, perda de memória, perda da coordenação motora e dificuldade pra se comunicar.

Interessante observar que até aquilo que eu acreditava ser completamente sem sentido em Alice, na realidade tem sentido!

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